Organização patrimonial, sucessão e estruturação com segurança jurídica e tributária
Estruturar o patrimônio da família em vida, separar o que é patrimônio do que é risco da operação e organizar a sucessão com clareza — sempre dentro da lei e desenhado para a realidade de cada família.
Quando esta solução faz sentido
- Imóveis, participações societárias e bens pessoais estão todos no nome das mesmas pessoas físicas.
- O patrimônio da família está exposto ao risco da operação da empresa.
- A família quer organizar a sucessão em vida, e não deixar a decisão para um inventário.
- Há mais de um sócio ou herdeiro e nenhuma regra escrita sobre entrada, saída e decisões.
- Existem imóveis gerando aluguel tributados sem qualquer avaliação da estrutura mais adequada.
- Já se falou em abrir uma holding, mas ninguém explicou custos, obrigações e efeitos práticos.
O que analisamos
- Mapa do patrimônio: o que existe, em nome de quem e com qual finalidade.
- Composição societária atual e o papel de cada pessoa envolvida.
- Efeitos tributários de cada caminho possível, comparados entre si.
- Objetivos da família em relação à sucessão e à governança.
- Obrigações e custos recorrentes que a estrutura passa a gerar.
- Riscos e pontos de atenção de cada alternativa, declarados abertamente.
O que você recebe
- Diagnóstico patrimonial e societário da situação atual.
- Comparativo entre os cenários estudados, com efeitos tributários e custos de cada um.
- Desenho da estrutura recomendada e justificativa técnica.
- Plano de implantação com etapas, documentos e responsáveis.
- Acompanhamento contábil da estrutura depois de constituída.
Como o trabalho acontece
- 01
Conversa inicial
Entendemos a composição da família, do patrimônio e o que se pretende resolver.
- 02
Levantamento
Reunimos documentos, contratos e a fotografia real do patrimônio e da operação.
- 03
Estudo e cenários
Comparamos caminhos possíveis, com efeitos tributários, custos e riscos de cada um.
- 04
Implantação e acompanhamento
Executamos o plano aprovado e seguimos com a rotina contábil da estrutura.
Douglas Amaral
Contador, professor universitário e conselheiro.
- Contador responsável, CRC/MG 013311-0
- À frente do escritório desde 2017
- Professor universitário, com passagens pelo SENAI e SENAC
- Assento em conselho de administração
- MBA em Holdings Patrimoniais e Familiares (BSSP)
- Mestre em Gestão Estratégica de Negócios (FUNIBER)
Perguntas que sempre aparecem
Holding serve para qualquer família?
Não. É uma estrutura que faz sentido em determinados cenários e não em outros. Por isso o trabalho começa por um estudo comparando os caminhos possíveis — inclusive o de não constituir holding.
Holding elimina o risco sobre o patrimônio?
Não existe estrutura que elimine riscos. O que se faz é organizar o patrimônio e separá-lo do risco da operação, dentro do que a legislação permite, com as formalidades corretas.
Dá para reduzir a tributação com holding?
Depende inteiramente da composição do patrimônio e dos objetivos. O efeito tributário é calculado no estudo, cenário a cenário, e apresentado antes de qualquer decisão.
Quais obrigações a estrutura passa a ter?
Uma holding é uma empresa e gera obrigações contábeis, fiscais e societárias recorrentes. Esses custos são apresentados desde o início, para que a decisão seja tomada com o custo real na mesa.
A sucessão precisa esperar o inventário?
Um dos objetivos do planejamento é justamente organizar em vida o que, de outra forma, seria decidido em inventário. O desenho depende da vontade da família e das regras aplicáveis a cada bem.
Quem conduz o trabalho?
Douglas Amaral, contador com MBA em Holdings Patrimoniais e Familiares, à frente do escritório desde 2017, com apoio da equipe do escritório.
Vamos estudar o seu caso
Conte a composição do seu patrimônio e o que você quer resolver. A partir daí montamos o estudo dos caminhos possíveis.
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